Da série "quantas pessoas são necessárias para trocar uma lâmpada?":
Peruas
Duas: uma chama o eletricista e a outra prepara os drinques.
Psicólogos
Apenas um, mas a lâmpada PRECISA QUERER ser trocada.
Loiras
Cinco: uma para segurar a lâmpada e outras quatro para girarem a cadeira.
Bêbados
Um só pra segurar a lâmpada, enquanto o teto vai rodando.
Ativistas Gays
Nenhum: A lâmpada não precisa mudar, o que precisa e que seja aceita pela sociedade..
Cantores sertanejos
Dois: um troca a lâmpada e o outro escreve uma canção sobre os bons tempos da lâmpada antiga…
Machões
Nenhum: macho não tem medo de escuro.
Patricinhas
Duas: uma pra segurar a Coca Light e outra pra chamar o papai.
Mulher com TPM
Só ela! Porque ninguém, dentro desta casa sabe como trocar uma lâmpada! São um bando de IMPRESTÁVEIS! Eles nem percebem que a lâmpada queimou! Eles podem ficar em casa no escuro por três dias antes de notar que a bosta da lâmpada queimou! E quando eles notarem vão passar mais cinco dias esperando que EU troque a lâmpada porque acham que eu sou a ESCRAVA deles! E quando eles se derem conta de que eu não vou trocar a lâmpada, ainda vão ficar mais dois dias no escuro porque não sabem que as lâmpadas novas ficam dentro da merda da dispensa! E se, por algum milagre, eles encontrarem as lâmpadas novas, vão arrastar a poltrona da sala até o lugar onde está a lâmpada queimada e vão arranhar o piso todo, porque são INCAPAZES de saber onde a escada fica guardada! É inútil esperar que eles troquem a lâmpada, então sou eu mesmo quem vai trocá-la! E como eu sou uma mulher independente, vou lá e troco! INFERNO!!!!
Do Buzz
...com as ideias (completamente coerentes) de uma mente multifacetada.
-The complementation is here-
sábado, 31 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Improvável
Bem, como esse blog anda com post muito deprimentes nesses últimos meses, decidi fazer algo que é a minha especialidade: trazer um pouco de humor para a casa.
Os dois vídeos que vou postar hoje sobre sobre um espetáculo bastante conhecido em São Paulo, porém ainda não muito difundido nos outros estados, no qual é entitulado da mesma maneira que este post. É um espetáculo de total improvísio e é improvável que você assista a duas apresentações iguais.
Confiram o espetáculo "Improvável"
Improvável - Cenas Improváveis
Improvável - Troca
Os dois vídeos que vou postar hoje sobre sobre um espetáculo bastante conhecido em São Paulo, porém ainda não muito difundido nos outros estados, no qual é entitulado da mesma maneira que este post. É um espetáculo de total improvísio e é improvável que você assista a duas apresentações iguais.
Confiram o espetáculo "Improvável"
Improvável - Cenas Improváveis
Improvável - Troca
domingo, 11 de janeiro de 2009
primeiros erros
se um dia eu pudesse ver
meu passado inteiro ...
Meu rapaz, guie seu coração para o caminho da paz e deixe a tormenta passar. Ng morre de amor, mas pode se sacanear bastante (na verdade, tanto quanto queira).
Olha pelo lado positivo .. pelo menos vc não:
mandou torpedos ofensivos para ela (por um motivo tolo)
não ofendeu uma boa parte dos seus amigos
e demais coisas que n vale a pena comentar ...
A única coisa que se pode concluir depois de um revés, é que a mudança da 'coisa' começa e recomeça a cada instante. Podemos construir uma realidade melhor ou nos afundarmos naquilo que de alguma forma queremos ou não conseguimos sair.
Basicamente manter a cabeça fria é a grande solução para isso. O único porém nesta história, é que ter cabeça fria é simplesmente uma das qualidades mais difíceis de atingir e manter.
Esta talvez seja uma boa oportunidade de se conhecer melhor e tirar conclusões positivas de si mesmo. Espero que aproveite esta 'oportunidade' melhor do que aproveitei a minha. (cry)
Meios de comunicação pela web são muito legais, não concordo com sua perseguição ao bonequinho do msn. Msn é bem legal, mas depende de quem vc tem no seu (e vc sempre pode ter mais de um -- XD !).
o/
meu passado inteiro ...
Meu rapaz, guie seu coração para o caminho da paz e deixe a tormenta passar. Ng morre de amor, mas pode se sacanear bastante (na verdade, tanto quanto queira).
Olha pelo lado positivo .. pelo menos vc não:
mandou torpedos ofensivos para ela (por um motivo tolo)
não ofendeu uma boa parte dos seus amigos
e demais coisas que n vale a pena comentar ...
A única coisa que se pode concluir depois de um revés, é que a mudança da 'coisa' começa e recomeça a cada instante. Podemos construir uma realidade melhor ou nos afundarmos naquilo que de alguma forma queremos ou não conseguimos sair.
Basicamente manter a cabeça fria é a grande solução para isso. O único porém nesta história, é que ter cabeça fria é simplesmente uma das qualidades mais difíceis de atingir e manter.
Esta talvez seja uma boa oportunidade de se conhecer melhor e tirar conclusões positivas de si mesmo. Espero que aproveite esta 'oportunidade' melhor do que aproveitei a minha. (cry)
Meios de comunicação pela web são muito legais, não concordo com sua perseguição ao bonequinho do msn. Msn é bem legal, mas depende de quem vc tem no seu (e vc sempre pode ter mais de um -- XD !).
o/
Um video para toda familia
Esse bonequinho é para o Diego. Vai melhorar seu humor (assim espero rss) !!
Exército de um homem só.
Voltando a escrever nesta birosca de idéias (mente multifacetada!) escreverei um pouco sobre meu inimigo mais mortal, a internet.
Você se pergunta: "como seu inimigo mais mortal é também o lugar onde você procura refugio abrigo...".
Porquê atualmente estou sozinho...
Já a algum tempo venho dizendo não ao MSN, Orkut e afins, até meu email anda largado, mas parando pra pensar, quem vive sem isso?
Atualmente já virou parte de nossa vida ser uma "figurinha" de orkut, ou um "quadradinho" de MSN e porquê isso pode fazer mal?
Lá, nesses quadrados e figuras há gente que quer conhecer pessoas que pensem igual a elas, seja em seu bairro, seja do outro lado do mundo, o importante é que ele me entende, ele me completa.
Dar conselhos por traz de um quadrado é o hobby de muitos, aceitar esses conselhos ou até segui-los, vem sendo prática cada vez mais atual.
O que alguém que não tem a mesma cultura ou nem a mesma lingua nativa vai poder entender a sua dor?
O que alguem que você nem sabe se tem aqueles músculos todos ou aquela bunda maravilhosa pode te dizer de concreto.
Aliás como saber sem olhar no rosto e sim no quadrado como saber se este conselho não é por interesse próprio e não para seu bem estar.
É facil dizer que é amigo de um cara que mora no Nepal, mas é tão complicado ser amigo do seu irmão ou vizinho. Por quê?
Teu inimigo real te conhece mais que um amigo virtual.E, às vezes, por saber o que dizer e não dizer o que você quer, ele vira teu inimigo.
Quadrados acabaram com minha felicidade!
Figurinhas esmagaram minha vida.
Cada um no quadrado do outro.
E viva a ignorância!
Abraços e deslogando
Ps.: Adorei o Ícaro, parabéns Marcelo!
Ps2.: Ainda dói demais!
Você se pergunta: "como seu inimigo mais mortal é também o lugar onde você procura refugio abrigo...".
Porquê atualmente estou sozinho...
Já a algum tempo venho dizendo não ao MSN, Orkut e afins, até meu email anda largado, mas parando pra pensar, quem vive sem isso?
Atualmente já virou parte de nossa vida ser uma "figurinha" de orkut, ou um "quadradinho" de MSN e porquê isso pode fazer mal?
Lá, nesses quadrados e figuras há gente que quer conhecer pessoas que pensem igual a elas, seja em seu bairro, seja do outro lado do mundo, o importante é que ele me entende, ele me completa.
Dar conselhos por traz de um quadrado é o hobby de muitos, aceitar esses conselhos ou até segui-los, vem sendo prática cada vez mais atual.
O que alguém que não tem a mesma cultura ou nem a mesma lingua nativa vai poder entender a sua dor?
O que alguem que você nem sabe se tem aqueles músculos todos ou aquela bunda maravilhosa pode te dizer de concreto.
Aliás como saber sem olhar no rosto e sim no quadrado como saber se este conselho não é por interesse próprio e não para seu bem estar.
É facil dizer que é amigo de um cara que mora no Nepal, mas é tão complicado ser amigo do seu irmão ou vizinho. Por quê?
Teu inimigo real te conhece mais que um amigo virtual.E, às vezes, por saber o que dizer e não dizer o que você quer, ele vira teu inimigo.
Quadrados acabaram com minha felicidade!
Figurinhas esmagaram minha vida.
Cada um no quadrado do outro.
E viva a ignorância!
Abraços e deslogando
Ps.: Adorei o Ícaro, parabéns Marcelo!
Ps2.: Ainda dói demais!
domingo, 14 de dezembro de 2008
Ícaro
Antes que você vá até o final procurando saber quem escreve ou leia imaginando o narrador, digo meu nome: Marcelo.
Se ainda continua após observar extensão deste, admiro sua persistência, não lhe prometendo recompensa pelo esforço de leitura.
Esta história não é sobre um triunfo, mas sobre uma tragédia. Sim, é um exagero chamar assim algumas das minhas lembranças, as perenes e amargas. Apenas quis dizer que, no fim, não serei eu a rir. Não encontrei palavra melhor. Só chamarei de tragédia mais uma vez.
Com sua boa educação, leitor, você, que nem sabe ainda do que vou falar, já pode pensar em por que remôo estas reminiscências se me fazem algum mal. Remoer não é bem a palavra e nem me fazem mal. Está mais para perseguição, não só de minha parte, como virá a entender melhor após ler.
Adianto, porém, que inclusive os sonhos pertencem a esse “grupo”. Os sonhos que visam me mostrar que o que faço agora é sombra dessas tragédias e que minhas expectativas são mesquinhas e pretensiosas. Os delírios são críticos que nunca me aplaudem de pé.
Pararei agora de enrolar e partirei para o não-triunfo. Peço apenas que deixe de lado toda boa educação que turve sua vista e que guarde para o final qualquer outra pergunta que possa querer fazer, como, por exemplo, qual o objetivo deste texto?
Antes das 16:30, de um dia de outono, de um ano, fazendo, agora, as contas, remoto, decidi ir falar com a garota de nome estranho de quem gostava, mas com quem nunca tinha podido me aproximar e achava, desde véspera, que tinha interesse também por mim.
Não tente adivinhar quem é. Não é ninguém que você vá associar nos primeiros pensamentos. Havia muitos nomes estranhos, acabei por descobrir, singulares.
Não lembro o ano exato, já que estes me passam voando. Digo que perdi a noção de tempo. Mesmo que os minutos e as horas se arrastem, as semanas e os meses correm.
Você já deve imaginar, leitor, que não obtive êxito, uma vez que disse que é uma tra... um não-triunfo. Todavia vou contar primeiro, de forma resumida, o que antecedeu aquela decisão e explicarei alguns significados desse “... também por mim”.
Quando se observa muito, passe-se a observado. Assim ocorreu comigo. De tanta atração a aquela que citei acima, a olhava e a encontrava muito. Por fim, chamei sua atenção e de outros que a circundavam. Com isso, passei a acreditar no seu interesse por mim (primeiro significado do também).
Dentre aqueles que a circundavam, alguns também queriam o mesmo que eu. Ao menos um deles. Tinha seus métodos diferentes dos meus, ficar ao redor, e acabou por se preocupar pela minha observância. Com isso, passei a acreditar que ele a atraísse, já que esta não se afastava (segundo significado do também). Tu já deves imaginar, leitor, que ele obteve êxito. Este é um não-triunfo meu.
À frente de falar dele, escreverei sobre ela.
Ela me pareceu, nos primeiros dias, muito semelhante à outra que tinha conhecido muitos anos antes, mas essa semelhança é uma daquelas que só existe durante um período curto, quando ainda há ignorância sobre quem são as pessoas.
Depois de ela cativar e captar minha atenção, descobri seu nome através de um dos membros deste grupo nomeado a partir de um monstro fabuloso*. Esse senhor a conhecia de uma era anterior, aonde, ainda, todos não deviam ser uniformizados com mangas azuis.
* Quimera: 1. Monstro fabuloso, com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão; 2. Fig. Produto da imaginação; fantasia, utopia, sonho; 3. Incoerência, incongruência, absurdo; Não lhe parece que condiz ao texto?
Falar mais sobre ela será mostrar o que os outros não viam, mostrar o que não era realidade, pois os olhos de ressaca só existem para os Bentos hipnotizados. Tampouco sei descrever bem as pessoas fisicamente, então passo a ele.
Ele só passou a constar na minha memória depois de sua reação a mim, por assim dizer. Não é uma forma correta de dizer isso, mas é a melhor que achei.
A única coisa que merece alguma menção é a semelhança metalingüística, que um tanto confundiu a ele e a mim. O que diferenciava ele de mim neste imenso paralelo era um tec a mais na linhagem e um o a menos na especialização. Apenas.
Eu lhe disse, leitor, não tente adivinhar as personagens.
Tudo o que digo sobre as opiniões alheias envolvidas neste caso é mera indução e imaginação, pois não concretizei minha vontade de saber a verdade.
No momento, leitor muito imaginativo já deve ter concluído o que ocorreu naquela tarde que deu inicio a esta narrativa.
Se não é o seu caso, conto: eu estava sozinho em uma pista de atletismo, ela, ao lado dele, atrás de uma grade metálica, em uma quadra esportiva. Andei meio passo em direção dela, que me olhava. Ele, a quem não dei muita atenção, percebeu minha insinuação e roubou dela um beijo.
Por causa da consternação, perdi a memória do que ocorreu depois. Lembro apenas do rosto de espanto dela. Ou será que era uma ilusão do meu espanto?
O leitor mais exacerbado pode indagar “Só isso? Tanta tragédia por algo tão pueril?”. Respondo: sim e não. A mim, o pior veio depois.
Pensei, dias após o incidente, que ele não teria feito o que fez sem minha pequena ajuda. Também analisei que minha alienação aos outros e que a atenção dele a isto fez e fará uma grande diferença.
Causei meu infortúnio e isto o fez duradouro, tanto quanto o que narro à frente.
Quando os revi (não sei bem quando, a persistência da memória perdeu para a consternação do ego), já eram namorados. Devo mencionar que ainda acreditava poder mudar a realidade, mas era apenas uma daquelas esperanças imortais, que se procurar, ainda devem existir em mim.
Por tudo isso e por também ele achar que eu podia fazer algo, ele e ela me observam insistentemente e ardilosamente. Ele talvez dissesse por telepatia “Você me fez ganhar, mas não me fará perder. Seus erros me ensinam.” Desculpe-me, leitor, pela arrogância. Com ironia do destino, a partir de então houve certa proximidade entre eu, ela e ele, como no caso que conto a seguir.
A banda americana
Ela e eu éramos da mesma turma de educação física e no começo de uma dessas aulas, na piscina, chega à escola uma banda americana cover que iria fazer uma apresentação mais tarde.
Ela não parecia ter essa informação e quis saber quem eram. Estava atrás de mim com uma amiga. Esta, a mando da outra (maldade dizer isso, é só pra ser enfático), pergunta-me e respondo as duas, tentando evitar olhar o olhar que me atraía. Ela quer outra informação, ouço sua voz nas minhas costas. Depois de alguma insistência, a amiga me questiona outra vez.
Imagine o que pensei dessa recusa de falar comigo nem pelo tema mais banal. Timidez.
Na apresentação, estavam eles assistindo a banda que cantava, segundo a própria, os sucessos das rádios americanas, isto é, as músicas que se escutava na extinta Rádio Cidade. Pressentia o Grande Irmão me observando. Paranóia. Minha ou dele?
O tal desconforto durou por outras ocasiões e eu não tive idéia do que dizer a eles. Se, naquela tarde inicial, meu objetivo era o improviso, perceba minha dificuldade em inquirir o que queriam.
Mas a presença constante foi diminuindo, até sumir com o final da uniformidade de manga azul. Entretanto, oito meses depois, ele reapareceu com regularidade em um novo teatro e sua reação a mim foi a mesma de sempre. E isto moldou meus sonhos, a lembrança dela pela presença dele. O quinto círculo do inferno.
Esta regularidade variou entre vários níveis do insuportável, até que terminou por razões que não importam a esta história. E os meses passaram.
Quando soube que não estavam mais juntos, lembro de não reagir. Do que importava pessoas que não via mais? Meses depois, foi noticiado que re-namoravam. Desta vez minha resposta foi colérica, ao menos num instante, em pensamento. Voltando as faculdades mentais normais, achei que então eu deveria ter perdido a importância que tinha, já que não era mais uma das causas da união. Um pouco de triunfo às avessas.
Porém, este ano, outra vez num dia de outono, perto do meio-dia, passei por eles e minha crença que era não-importante se desfez. O olhar dela não foi indiferente a mim. Não prestei atenção nele, como de costume. Mesmo que meu ego tenha gostado do fato, a mim, como todo, os fantasmas se tornaram mais perenes, se isso for possível. E por isso surgiu este texto de palavras tão excêntricas.
Sim, talvez ela ainda tenha interesse em mim, causado pelas aparências e pelos olhares daquela época, todavia foi por ele que houve e há amor, criado pelos fatos e pelos atos.
A curiosidade por mim é tal qual a pelos beija-flores que vêem à sua janela e é menor do que pela banda americana.
Agora pode ver o objetivo destas palavras, deste texto, causar decepção. A loucura e o delírio persistem mais que a razão.
O autor.
domingo, 5 de outubro de 2008
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