domingo, 13 de setembro de 2009

Cinecrítica: Distrito 9 (District 9)


Desde que o cinema foi criado, varias características inerentes ao ser humano já foram abordadas pelo mesmo. Porém, de uns tempos para cá, algumas dessas características foram abordadas nas telas de uma nova forma que aparenta ser mais abrangente. Distrito 9 é um desses filmes e mostra o preconceito com outro foco.

O filme começa com uma gigantesca nave espacial que paira sobre Johanesburgo, capital da África do Sul. Depois de muito tempo pairando sobre a cidade, o exército decide penetrar a força na nave, encontrando lá muitos alienígenas praticamente mortos por subnutrição. O governo da África do Sul, de modo "humanitário", decide dar aos alienígenas toda a extensão de terra abaixo de sua nave para que possam morar e este local fica conhecido como Distrito 9. Porém, o que se vê em seguida são constantes abusos do povo e do governo de Johanesburgo aos ETs devido à aparência e ao costume dos mesmos. Sobre alegação de problemas políticos e pressão por parte do povo o governo de Johanesburgo decide transferir os ETs do Distrito 9 para um novo lugar conhecido como Distrito 10 e é a partir daí que a estória se desenrola.

Durante todo o filme é mostrado várias faces do preconceito humano, desde a simples violência verbal aos alienígenas, até o direito de não ter direito. O filme passa a imagem de que o problema do preconceito está dentro de cada pessoa, quando se depara com algo novo e/ou diferente e que a única maneira de resolver este problema é entender a visão e os costumes do outro lado da moeda. Esses e outros motivos tornam esse filme um filme 4 estrelas.

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